A Gente Era Obrigada a Ser Feliz

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Neste novo romance, Eduardo Mahon provoca o leitor a mergulhar na História do Brasil de uma forma inovadora. São cerca de 50 anos de agitação, com eleições e golpes, narrados por um homem singular – Aurélio do Espírito Santo. O negro favelado, que consegue o emprego de cavalariço num quartel, vai guiar a leitura por percepções tão particulares que o Brasil não parecerá o mesmo.

Eduardo Mahon

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É carioca, mora em Cuiabá. Escritor e dramaturgo, publicou pela Carlini & Caniato Editorial vários livros, entre os quais destacam-se os romances Alegria, A gente era obrigada a ser feliz e Mea Culpa. Dedica-se a editar e revista literária Pixé, um empreendimento que reúne escritores e artistas plásticos de todo o Brasil. É mestre e doutorando em Estudos Literários.. Obras do autor, pela Carlini & Caniato: Nevralgias / Doutor Funéreo e outros contos de morte / O cambista / Meia palavra vasta / Palavra de amolar / Palavrazia / O fantástico encontro de Paul Zimmermann / Contos estranhos (Weird tales) / Quem quer ser assim sem querer? / Um certo cansaço do mundo / O homem binário e outras memórias da senhora Bertha Kowalski / Alegria / Azul de fevereiro / A gente era obrigada a ser feliz / Mea culpa / Paraíso em fuga /Galileu dançou por muito menos / Inclassificáveis/ Resumo da ópera.

Autor

Ficha técnica:

Dimensões: 13,8 x 20,8

Páginas: 304

Acabamento: Brochura

Peso: 0.380 kg

Ano de publicação: 2019

ISBN: 978-85-8009-254-7

Preço: 60,00 R$